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Não somente boa intenção, mas principalmente obediência a Deus


“Quando chegaram à eira de Quidom, estendeu Uzá a mão à arca para a segurar, porque os bois tropeçaram. Então, a ira do SENHOR se acendeu contra Uzá e o feriu, por ter estendido a mão à arca; e morreu ali perante Deus.”
I Crônicas 13:9-10

emPara uma breve reflexão não se faz necessário que o leitor leia todo o livro de I Crônicas, ou pelo menos alguns capítulos anteriores ao nosso texto base (seria muito bom se isso acontecesse), entretanto, para uma melhor contextualização é primordial o entendimento dos símbolos utilizados nessas passagens.

Definiremos então: versículos anteriores (1-3) Davi reuniu e consultou seus oficiais a fim de trazer para Jerusalém o símbolo da Aliança entre Deus e Seu povo Escolhido, visto que no reinado de Saul não foi dado a real importância que a Arca merecia. Qual realmente era o significado da Arca da Aliança para os israelitas? Por que o rei Davi estava dedicando tanta atenção a esse artefato?

A Arca tinha o objetivo de representar a Aliança feita entre Deus e Seu povo Escolhido, e continha não somente a presença de Deus, como também as duas Tábuas da Lei, um Vaso de Maná e a Vara de Arão. Esses elementos que podiam ser encontrados dentro da Arca eram representações da direção, da providência, do poder e da misericórdia de Deus (nessa respectiva ordem). Davi com toda sua devoção e temor a Deus conhecia o valor imensurável de tais símbolos judaicos.

Tendo sido, mesmo que de forma breve, apresentado o grau de importância que a Arca da Aliança representava para o povo hebreu, é necessário também ressaltar outra figura fortemente focalizada neste artigo: Uzá. Uzá não era “um qualquer” que havia se juntado ao povo hebreu, não foi um escravo que ganhou o direito de fazer parte de uma geração eleita por Deus, na verdade Uzá era de fato “sangue puro”, constituído embrionariamente, pertencente ao povo de Deus. Sua linhagem pode ser perscrutada nos versículos a seguir: 1Cr 8.1,7:

“Benjamim gerou a Bela, seu primogênito, a Asbel, o segundo, a Aará, o terceiro, […] Naamã, Aías e Gera; este os transportou e gerou a Uzá e a Aiúde”.

Vemos então que Uzá é da Tribo de Benjamim da mesma tribo do rei Saul. Uzá era de uma tribo de onde Deus tinha elegido um rei para governar o seu povo. Ele fazia parte das Doze Tribos de Israel (Jacó), ele fazia parte do Povo Escolhido por Deus para derramar suas Bênçãos! Sua Proteção! Seu Futuro Reino Celestial!

Tendo exposto as devidas apresentações, bem como as contextualizações necessárias para um bom entendimento e desenrolar deste artigo, podemos dar continuidade e apresentar a parte central do estudo. Para tanto, quero focar em três pontos (como um bom batista que sou!) principais que aprendi ao ler essa passagem.

Primeiramente quero realçar nossa compreensão do que vem a ser “Boa Intenção”. Essa “Boa Intenção” gerada na maioria das vezes pela emoção, não é o suficiente nem deve ser o nosso guia para o serviço ou glorificação a Deus. Portanto o primeiro ponto seria:

A Boa Intenção (gerada muitas vezes pela emoção) não é o suficiente nem deve ser o nosso guia!

Vejamos então o que nos diz 1Cr 13:3: “tornemos a trazer para nós a arca do nosso Deus. Porque nos dias de Saul não nos valemos dela.”

Davi e todos os que se reuniam ali, estavam muito bem intencionados e pensando que com essa atitude agradariam a Deus, pois estavam retomando a atenção que deveria ser dedicada a Arca da Aliança; atenção essa que foi perdida durante o reinado do Saul.

A Bíblia nos informa que eles estavam felizes, alegres por estarem realizando tamanha devoção a Deus. Podemos conferir no verso 8: “Davi e todo o Israel alegravam-se perante Deus, com todo o seu empenho; em cânticos, com harpas, com alaúdes, com tamboris, com címbalos e com trombetas.”

Diante desse relato imaginemos fatos acontecendo em nossas vidas! Quando realizamos feitos em nome de Deus ou para Deus e com tal demonstração de fé nos alegramos, deixamos emoções e boas intenções serem nossos guias, e acreditamos que tais emoções são termômetros para medir quão certos ou errados estamos diante dos preceitos de Deus.

Uzá realizou tal ato – tocou sem permissão à Arca – com toda Boa Intenção no coração. Ele estava feliz; ele estava cantando como todos os outros israelitas! No entanto, infelizmente, foi negligenciada a forma correta de realizar tal procedimento – transportar corretamente a Arca!

Devemos nos lembrar, constantemente, que Deus deixou em nossas mãos diretrizes, direções, passos a serem seguidos! Não devemos usar nosso coração como guia!

Vejamos o que disse Jesus em Mc. 7:20-23(NVI):

“E continuou: O que sai do homem é que o torna impuro. Pois do interior do coração dos homens vêm os maus pensamentos, as imoralidades sexuais, os roubos, os homicídios, os adultérios, as cobiças, as maldades, o engano, a devassidão, a inveja, a calúnia, a arrogância e a insensatez. Todos esses males vêm de dentro e tornam o homem impuro.”

Infelizmente, mesmo cientes de tão grandiosa verdade, de que o centro do mal é o meu e o seu coração, ainda assim deixamos que ele venha a nos guiar, mesmo que esse caminho nos leve para uma morte transvestida de verdade (sofisma).

Diante de tamanha verdade aprendo que não basta somente boa intenção, mas principalmente obediência a Deus, quando essas premissas não estão conectadas sou inevitavelmente levado ao abismo do liberalismo. Isso me leva, então, para um segundo e muito importante entendimento, no qual aprendo que a “Boa Intenção” baseada simplesmente na sabedoria humana é uma fonte de falsidade e engano. Vejamos o segundo ponto:

A Boa Intenção baseada na Sabedoria Humana é falha

I Cr. 13:1-2 relata que:

“Consultou Davi os capitães de mil, e os de cem, e todos os príncipes; e disse a toda a congregação de Israel: Se bem vos parece, e se vem isso do SENHOR, nosso Deus, enviemos depressa mensageiros a todos os nossos outros irmãos em todas as terras de Israel, e aos sacerdotes, e aos levitas com eles nas cidades e nos seus arredores, para que se reúnam conosco;”

Observemos, aqui, que Davi não consultou os Sacerdotes nem os Levitas que eram os responsáveis pela preservação e o cuidado do sagrado. (Eles apenas foram avisados, não consultados). Depois de consultar homens comuns, Davi chegou a seguinte conclusão: se vem isso do SENHOR Nosso Deus, faremos! Davi, os oficiais e o povo de Israel deixaram prevalecer o desejo de fazer algo grande em devoção a Deus, esquecendo-se de realizar os preparativos necessários com bastante cuidado, atenção e dedicação, conforme foi feito em I Cr 15:25-28.

Vemos claramente o relato de que foi dedicada mais atenção à “sabedoria humana”, do que à Sabedoria Divina. Davi com toda certeza estava cheio de boas intenções, com a intenção de retomar a devoção que era devida a Deus, porém, aqui, aprendemos que um antigo ditado popular que diz: “os fins justificam os meios”, não se aplica ao povo de Deus, pois Deus estabeleceu direções para que o Seu povo siga!

O Apóstolo Paulo, escrevendo a Igreja de Corinto a fim de combater a má compreensão da mensagem de Deus

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e explicitamente menosprezando a sabedoria humana, diz em I Co 2:1-5:

“Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem ou de sabedoria. Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e esse crucificado. E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós. A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus.”

Observe que Paulo faz questão de enfatizar que NÃO usou linguagem persuasiva de sabedoria. Ele expressa, também, que o fez para que não fosse a sabedoria humana a base para a fé daqueles cristãos. Paulo era o mais letrado de todos os Apóstolos, erudito de seu tempo, grande conhecedor das Leis de Deus, bem como dos costumes religiosos de seu povo, porém toda essa bagagem não foi cogitada para a pregação do Evangelho de Cristo. Poderíamos passar horas dissecando essa perícope, pois é de muita riqueza, no entanto, não é o nosso objetivo neste artigo.

Inevitavelmente sou levado, mais uma vez, a entender que a “Boa Intenção” baseada simplesmente na sabedoria humana é uma fonte de falsidade e engano. Me direcionado a um terceiro ponto inegociável para um Escolhido de Deus que, por sua vez, não deve ter suas emoções como seu guia, nem mesmo seu próprio entendimento, e sim o entendimento de que toda Boa Intenção deve ser completamente atestada com a Verdade de Deus! Segue o terceiro ponto:

A Boa intenção deve ser atestada com a Verdade de Deus!

Deus nos deixou coordenadas, caminhos a seguir, formas de conduta, mandamentos e leis, a fim de que pudéssemos demonstrar unidade. Quando nosso depósito de decisões ou direções são nossos corações, haverá discórdia, intriga, distanciamento, engano e dor, pois não buscamos coordenadas para guiar nossas vidas, em um mesmo lugar. Como Escolhidos do Senhor, nossa ética e moral não vêm da sociedade e muito menos dos costumes por ela impostos, na verdade aprendemos, aqui também, que mais um dito popular deve ser rechaçado, a saber, “a voz do povo é a voz de Deus ”. A BÍBLIA deve ser o nosso GUIA!

O verso 11 do nosso texto base, claramente, relata o estado emocional de Davi ao ver a ira do Senhor sendo aplicada em Uzá, I Cr 13:11: “Desgostou-se Davi, porque o SENHOR irrompera contra Uzá; pelo que chamou àquele lugar Perez-Uzá, até ao dia de hoje.”

Números 3:30-31 e Êxodo 25:14-15 relatam que a Arca deveria ser carregada por homens, mas esses homens deveriam ser Levitas! Seguindo a direção de Deus Uzá não teria morrido. No entanto, as “Boas Intenções” não foram suficientes para fazer com que os procedimentos dos israelitas fossem corretos. Tal conclusão nos leva a um questionamento: Como fazer algo de coração e com total obediência a Deus sem ser guiado pelas emoções?

A Bíblia nos diz que devemos seguir a verdade. Podemos ver no Evangelho segundo João, qual é essa verdade (17:17): “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.”

A Palavra de Deus deve ser o único e suficiente guia para a vida! Não devemos deixar costumes, desejos ou emoções nos distrair na adoração, devoção e no serviço a Deus. Paulo escrevendo ao seu filho na fé diz, 2 Tm 3.16-17: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra”.

Não foi à toa que Deus nos deixou 66 livros para lermos e tomarmos como direcionamentos tudo neles escrito. Quando enfatizamos coisas “Extra Bíblia” diminuímos, fatalmente, Cristo em nossa vida.

Novamente Paulo escrevendo, dessa vez as igrejas em Romanos 3:23-24 diz:

“Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus”.

Mesmo findando o terceiro ponto abruptamente com esse verso de Paulo, quero enfatizar que não importa se muitos pensam que “todos os caminhos levam a Deus” ou que “o importante é ter fé”, pois o fato é que nós precisamos de Cristo e Sua Verdade, e isso é inegociável!

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I. Todos os textos bíblicos utilizados neste artigo será da edição Almeida Revista e Atualizada, exceto quando indicação em contrário.

II. 1Cr 15:25-28: Foram Davi, e os anciãos de Israel, e os capitães de milhares, para fazerem subir, com alegria, a arca da Aliança do SENHOR, da casa de Obede-Edom. Tendo Deus ajudado os levitas que levavam a arca da Aliança do SENHOR, ofereceram em sacrifício sete novilhos e sete carneiros. Davi ia vestido de um manto de linho fino, como também todos os levitas que levavam a arca, e os cantores, e Quenanias, chefe dos que levavam a arca e dos cantores; Davi vestia também uma estola sacerdotal de linho. Assim, todo o Israel fez subir com júbilo a arca da Aliança do SENHOR, ao som de clarins, de trombetas e de címbalos, fazendo ressoar alaúdes e harpas.

III. O fim justifica os meios ou Os fins justificam os meios é uma frase que representa o maquiavelismo e quer significar que os governantes e outros poderes devem estar acima da ética e moral dominante para alcançar seus objetivos ou realizar seus planos. (Wikipédia)

IV. Do latim: “Vox populi, vox dei” A voz do povo [é] a voz de Deus”, é um velho provérbio erroneamente atribuído a Guilherme de Malmesbury no século vinte. (Wikipédia)

Texto baseado em um sermão pregado na Igreja Batista em São Cristovão dia 15/04/2012